Sexo de homem com golfinho torna-se num documentário premiado:
Em 1970, Malcolm Brenner disse ter feito "sexo consentido" com um golfinho fêmea, chamado Dolly, na Flórida (EUA). Agora, a história inusitada está sendo retratada no documentário "Dolphin lover" (Amante de golfinho; tradução livre). O filme foi lançado semana passada no Slamdance Film Festival, em Park City (Utah, EUA), que ocorre paralelamente ao famoso Sundance Film Festival. Malcolm conta ter resolvido fazer sexo com o golfinho fêmea depois que Dolly começou a se esfregar nele, demonstrando, segundo ele, estar interessada em ter uma relação sexual com um humano.

À época do sexo insólito, Malcolm tinha 18 anos. Segundo ele houve romance e não ato de bestialidade.

"A princípio, eu repeli-a, não estava interessado. Depois de algum tempo, pensei: "Se fosse uma mulher, teria eu tido essa racionalidade e essas desculpas?", contou ele.

"Comecei acariciando-a pelas costas e indo na direção da cauda. E Dolly foi suavemente rolando em torno do seu eixo", acrescentou o americano.

Como ocorreu há 44 anos, o caso de zoofilia envolvendo Malcolm não foi criminalizado. Só a partir de 2011, o sexo com animais passou a ser proibido na Flórida.


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